Meg Martins, fisioterapeuta pélvica e doula, de braços abertos em sinal de acolhimento
Presencial em Belo Horizonte ou online

Curso de preparação para o parto: porque ninguém te conta metade do que acontece.

Oficina individual, para gestante e acompanhante. Uma vivência individual, só pra vocês dois, onde o parto deixa de ser um mistério assustador e vira um caminho que você reconhece.

  • Um casal por vez. Sem auditório, sem plateia, sem fila de perguntas.
  • A partir de 36 semanas · gestante e acompanhante
Meg Martins, fisioterapeuta pélvica e doula, conduz o curso de preparação para o parto
+15

anos de consultório

+4.000

mulheres atendidas

+20

países atendidos online

Residência em Saúde da Mulher pela UNICAMP Doula Crefito-4 144136-F

Por que fazer a oficina

Por que se preparar para o parto: ele vai acontecer com você, ou apesar de você

Ninguém entra em trabalho de parto pausado, com tempo pra pesquisar, pra pesar opção, pra entender o que estão propondo.

Quando chega, chega. E aí ou você já sabe o que está acontecendo, ou você decide no susto, no meio da dor, confiando que alguém vai decidir por você.

Porque você não vai ter tempo de aprender na hora.

No trabalho de parto, seu corpo está em outro lugar, mais instintivo, menos analítico. Não é o momento de entender pela primeira vez o que é cada fase, cada recurso, cada intervenção.

O que você aprende antes vira chão firme quando tudo acelera. O que você não aprendeu vira pânico.

Porque decisão no susto não é decisão.

Quando você não sabe o que está sendo proposto, você não escolhe, você obedece. E muita coisa que a mulher aceita no parto, ela aceita só porque ninguém explicou que havia opção, ou que aquilo já nem é recomendado.

Informação é o que transforma “deixa comigo que eu resolvo” em “me explica, que a decisão é minha”.

Porque o parto é seu, não da equipe.

A equipe de saúde conduz a técnica, e isso é essencial. Mas as escolhas sobre o seu corpo são suas.

Chegar preparada não é desconfiar de quem te atende, é ocupar o seu lugar na conversa: saber perguntar, saber o que aceitar, saber o que recusar, e ser tratada como a pessoa mais importante da sala, porque você é.

Porque protagonista não é quem grita mais. É quem entende o que está vivendo.

Ser protagonista do próprio parto não é controlar o incontrolável, e nem sempre é ter o parto exatamente como você sonhou.

É atravessar aquele dia entendendo cada passo, participando de cada decisão, e saindo de lá com a sensação de que foi você quem viveu o seu parto. Não alguém a quem o parto simplesmente aconteceu.

Preparar o parto não é garantir que tudo vai sair como você quer. É garantir que, aconteça o que acontecer, você entende e participa.

Meg Martins explicando com um modelo anatômico da pelve como o corpo age no parto normal
O ponto de partida

Medo do parto normal quase sempre é medo do desconhecido

A gente teme aquilo que não consegue nomear. Você ouve histórias, junta pedaços, imagina o pior, e chega no dia sem saber o que é normal, o que é sinal de avançar, o que dá pra fazer pra doer menos.

Essa oficina desarma isso. Não com promessa de parto perfeito, que ninguém pode garantir, mas com informação de verdade: o que o seu corpo faz em cada etapa do trabalho de parto, quais recursos existem, e quando usar cada um.

Quando você entende o caminho, o medo dá lugar a algo muito melhor: preparo.

Nomear o que vem pela frente é o que tira o pânico. E é isso que a gente faz, os três juntos, antes do grande dia.

Meg Martins conduzindo a oficina de preparação para o parto com uma gestante e o acompanhante
Como funciona a vivência

Como funciona a oficina de preparação para o parto

Não é uma aula que você assiste, é uma vivência que você faz.

No coração da oficina tem um jogo de cartas que conduz vocês por toda a jornada do parto, do começo ao fim.

Carta por carta, a gente percorre o caminho junto, e em cada ponto você entende o que está acontecendo e o que fazer.

A gente passa pela mala da maternidade, pelos primeiros sinais de trabalho de parto, pela fase ativa, pelo período expulsivo e pelos primeiros minutos do bebê.

E, em cada etapa, a pergunta que mais importa: quando usar cada recurso.

A mala da maternidade

O que entra nela e quando ela precisa estar pronta.

Etapa 1 de 5

Você sai sabendo o que esperar em cada fase do trabalho de parto, quais recursos existem pra aliviar a dor, e seu acompanhante sai sabendo exatamente como te ajudar. Conduzida por Meg Martins, fisioterapeuta pélvica e doula, em Belo Horizonte ou online.

E no fim de cada etapa, você fotografa a ordem das cartas. Assim, o caminho que a gente percorreu junto vai com você: pra revisar em casa com calma, e pra consultar na hora, quando o parto chegar e a memória estiver ocupada com outras coisas.

A caixa de ferramentas do alívio

Métodos de alívio da dor no parto: cada recurso tem a sua hora

Existe muito recurso pra aliviar a dor e ajudar o parto a fluir, e a diferença está em saber qual usar em cada momento.

Na oficina você conhece cada um e entende quando faz sentido lançar mão dele:

Respiração
Métodos não farmacológicos de alívio da dor
Analgesia farmacológica
Ocitocina sintética
Massagem
Bola suíça
Banho de chuveiro
Banheira de imersão
Eletroestimulação (TENS)

Não é decorar uma lista. É entender a lógica de cada recurso e o momento certo de cada um, pra você chegar no parto sabendo o que pedir, com informação e não com medo.

O que as diretrizes já mudaram

Kristeller, episiotomia, tricotomia: o que as diretrizes nacionais já revisaram

Uma série de procedimentos que por muito tempo foram tratados como normais no parto foi revisada pelas Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal, do Ministério da Saúde, baseadas em evidência.

Alguns deixaram de ser rotina.

Manobra de Kristeller

Passou a ser contraindicada pelas diretrizes nacionais.1 Você aprende a reconhecer o que é, pra saber identificar na hora.

Episiotomia

Está entre os procedimentos revisados. Na oficina, a gente separa o que continua indicado do que virou exceção.

Tricotomia

Outro item que entrou na revisão das diretrizes. Reconhecer é o primeiro passo pra conversar com a sua equipe.

A sua posição na hora de nascer

A posição em que você pare também faz parte dessa conversa. Você entende as opções antes do dia.

Na oficina, a gente separa com clareza o que continua indicado, o que virou exceção e o que não deveria mais acontecer, pra que você reconheça na hora e saiba conversar com a sua equipe. Reconhecer é também o que separa um procedimento necessário de uma violência obstétrica.

Não é pra você virar médica no dia do parto. É pra que nada aconteça no automático, sem você entender o quê e o porquê.

1. Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal — Ministério da Saúde.

Os primeiros minutos, e a hora da cesárea

Os primeiros minutos do bebê, e quando a cesárea é realmente indicada

Os primeiros minutos do bebê

Nos primeiros minutos de vida do bebê, algumas coisas acontecem em sequência — o momento de clampear o cordão, o contato pele a pele, a primeira avaliação — e a evidência mudou o que se recomenda em várias delas.

São decisões rápidas, que passam voando se você não souber antes o que observar.

Quando a cesárea é realmente indicada

E tem a pergunta que gera mais medo e mais desinformação: quando a cesárea é realmente indicada?

Existe hora em que ela é a escolha certa e segura, e existe hora em que ela entra sem necessidade.

Saber diferenciar as duas, com critério e sem susto, tira de você o medo dos dois extremos: nem recusar o que é preciso, nem aceitar o que não é.

Tudo isso a gente vê junto na oficina, com calma e com base em evidência, enquanto ainda dá tempo de você chegar preparada.

Reservar minha oficina Um casal por vez · presencial em BH ou online
Acompanhante abraçando a gestante por trás, com as mãos sobre a barriga
O papel do acompanhante

O papel do acompanhante no parto: ele não vai ficar assistindo sem saber o que fazer

Esse é um dos momentos mais bonitos da oficina, e um dos mais raros de encontrar.

A gente treina, na prática, as posições de trabalho de parto com o apoio do acompanhante:

  • onde ele coloca as mãos
  • como faz a massagem que alivia
  • como sustenta o seu corpo pra doer menos

Muito acompanhante chega no parto se sentindo inútil, sem saber onde se encaixar. Aqui ele sai com o corpo sabendo o que fazer.

Ele deixa de ser espectador e vira a sua dupla, a pessoa que sabe exatamente como te aliviar quando a contração aperta.

O fechamento

E, no fim, um relaxamento guiado pra você visualizar o seu parto

A gente encerra com um relaxamento guiado, onde você imagina o parto de um jeito leve e lúdico.

Depois de percorrer todo o caminho e entender cada etapa, você fecha os olhos e visualiza. É o momento em que a informação vira calma, e o corpo começa a confiar no que a cabeça já entendeu.

Quando fazer

Quando fazer o curso de preparação para o parto: a partir de 36 semanas

A oficina é feita a partir das 36 semanas de gestação, quando o parto já está no horizonte e tudo o que você aprende está fresco pra quando chegar a hora.

É perto o suficiente pra ser prático, e com margem pra você não estar em cima da hora.

Reservar minha oficina Me conta pra quando é a sua estimativa e a gente encaixa a sua data.
Quando
A partir de 36 semanas de gestação
Formato
Individual, um casal por vez
Quem participa
Gestante e acompanhante
Onde
Presencial em Belo Horizonte ou online pra qualquer lugar
Valor
Passado no WhatsApp, junto com as datas disponíveis
Meg Martins, fisioterapeuta pélvica e doula em Belo Horizonte
Quem conduz

Meg Martins, fisioterapeuta pélvica e doula em Belo Horizonte

+15 anosResidência UNICAMPDoula+4.000 mulheresCrefito-4 144136-F

Fisioterapeuta pélvica e sexóloga clínica há mais de 15 anos, com residência em Saúde da Mulher pela UNICAMP e formação como doula.

Mais de 4.000 mulheres atendidas, em Belo Horizonte e em mais de 20 países, muitas delas acompanhadas na gestação, no parto e na recuperação no pós-parto.

Fundadora da Clínica Meg Martins, no Barro Preto, onde também atende em obstetrícia e fisioterapia pélvica. Conheça a trajetória da Meg.

“Conduzir uma mulher pro parto com informação, e não com medo, é uma das coisas que mais me move. Porque o corpo sabe nascer. Ele só precisa que a cabeça pare de ter medo do caminho.”

Meg Martins
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre o curso de preparação para o parto

O que é a Oficina de Vivência de Parto?

É um curso de preparação para o parto individual, para a gestante e um acompanhante, conduzido por Meg Martins, fisioterapeuta pélvica e doula. Um jogo de cartas percorre toda a jornada do parto, e em cada etapa vocês entendem o que está acontecendo, quais recursos existem e quando usar cada um. Presencial em Belo Horizonte ou online.

É em grupo ou individual?

Individual, um casal por vez. Não é auditório e não é turma: o conteúdo acompanha o ritmo de vocês, e toda dúvida que aparecer entra na hora em que aparecer.

A partir de quantas semanas posso fazer?

A partir de 36 semanas de gestação. É perto o suficiente do parto pra que tudo esteja fresco quando chegar a hora, e com margem pra você não fazer em cima da hora.

O acompanhante precisa participar?

Precisa, e é uma das partes mais importantes. A oficina treina na prática as posições de trabalho de parto com o apoio dele: onde colocar as mãos, como fazer a massagem que alivia, como sustentar o seu corpo pra doer menos. Ele sai sabendo o que fazer, em vez de assistir sem saber onde se encaixar.

Serve se o meu parto for cesárea?

Serve. A oficina trata de quando a cesárea é realmente indicada e de quando ela entra sem necessidade, e boa parte do conteúdo — os primeiros minutos do bebê, as decisões da equipe, o que as diretrizes já revisaram — vale independentemente da via de parto.

A oficina pode ser online?

Pode. O formato online atende de qualquer lugar do Brasil e do exterior, com o mesmo conteúdo. O presencial acontece na Clínica Meg Martins, no Barro Preto, em Belo Horizonte.

Quanto custa?

O valor é passado no WhatsApp, junto com as datas disponíveis. Me chama, me conta pra quando é a sua estimativa e a gente encaixa a sua oficina.

Reserve a sua data

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Me chama no WhatsApp, me conta pra quando é a sua estimativa, e a gente marca a sua oficina. Presencial em Belo Horizonte ou online, só pra vocês dois.

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Eu sou a Meg Martins. E a gente desnormaliza.

Localização

Onde acontece a oficina presencial em Belo Horizonte

A oficina presencial acontece na Clínica Meg Martins, no Barro Preto, em um espaço reservado só pra vocês dois.

Se você é de outra cidade ou prefere a comodidade, o formato online atende de qualquer lugar, com o mesmo conteúdo.

R. Juiz de Fora, 541, sala 513, Barro Preto, Belo Horizonte, MG, CEP 30180-060.
Oficina individualA partir de 36 semanas · BH ou online
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