Manobra de Kristeller
Passou a ser contraindicada pelas diretrizes nacionais.1 Você aprende a reconhecer o que é, pra saber identificar na hora.
Oficina individual, para gestante e acompanhante. Uma vivência individual, só pra vocês dois, onde o parto deixa de ser um mistério assustador e vira um caminho que você reconhece.
anos de consultório
mulheres atendidas
países atendidos online
Residência em Saúde da Mulher pela UNICAMP Doula Crefito-4 144136-F
Ninguém entra em trabalho de parto pausado, com tempo pra pesquisar, pra pesar opção, pra entender o que estão propondo.
Quando chega, chega. E aí ou você já sabe o que está acontecendo, ou você decide no susto, no meio da dor, confiando que alguém vai decidir por você.
No trabalho de parto, seu corpo está em outro lugar, mais instintivo, menos analítico. Não é o momento de entender pela primeira vez o que é cada fase, cada recurso, cada intervenção.
O que você aprende antes vira chão firme quando tudo acelera. O que você não aprendeu vira pânico.
Quando você não sabe o que está sendo proposto, você não escolhe, você obedece. E muita coisa que a mulher aceita no parto, ela aceita só porque ninguém explicou que havia opção, ou que aquilo já nem é recomendado.
Informação é o que transforma “deixa comigo que eu resolvo” em “me explica, que a decisão é minha”.
A equipe de saúde conduz a técnica, e isso é essencial. Mas as escolhas sobre o seu corpo são suas.
Chegar preparada não é desconfiar de quem te atende, é ocupar o seu lugar na conversa: saber perguntar, saber o que aceitar, saber o que recusar, e ser tratada como a pessoa mais importante da sala, porque você é.
Ser protagonista do próprio parto não é controlar o incontrolável, e nem sempre é ter o parto exatamente como você sonhou.
É atravessar aquele dia entendendo cada passo, participando de cada decisão, e saindo de lá com a sensação de que foi você quem viveu o seu parto. Não alguém a quem o parto simplesmente aconteceu.
Preparar o parto não é garantir que tudo vai sair como você quer. É garantir que, aconteça o que acontecer, você entende e participa.
A gente teme aquilo que não consegue nomear. Você ouve histórias, junta pedaços, imagina o pior, e chega no dia sem saber o que é normal, o que é sinal de avançar, o que dá pra fazer pra doer menos.
Essa oficina desarma isso. Não com promessa de parto perfeito, que ninguém pode garantir, mas com informação de verdade: o que o seu corpo faz em cada etapa do trabalho de parto, quais recursos existem, e quando usar cada um.
Quando você entende o caminho, o medo dá lugar a algo muito melhor: preparo.
Nomear o que vem pela frente é o que tira o pânico. E é isso que a gente faz, os três juntos, antes do grande dia.
Não é uma aula que você assiste, é uma vivência que você faz.
No coração da oficina tem um jogo de cartas que conduz vocês por toda a jornada do parto, do começo ao fim.
Carta por carta, a gente percorre o caminho junto, e em cada ponto você entende o que está acontecendo e o que fazer.
E, em cada etapa, a pergunta que mais importa: quando usar cada recurso.
O que entra nela e quando ela precisa estar pronta.
Como reconhecer que o trabalho de parto começou, e o que fazer a partir dali.
O que o seu corpo faz quando tudo acelera, e quais recursos entram aqui.
O que acontece na hora de nascer, e a sua posição nesse momento.
Clampeamento do cordão, contato pele a pele e a primeira avaliação.
Você sai sabendo o que esperar em cada fase do trabalho de parto, quais recursos existem pra aliviar a dor, e seu acompanhante sai sabendo exatamente como te ajudar. Conduzida por Meg Martins, fisioterapeuta pélvica e doula, em Belo Horizonte ou online.
E no fim de cada etapa, você fotografa a ordem das cartas. Assim, o caminho que a gente percorreu junto vai com você: pra revisar em casa com calma, e pra consultar na hora, quando o parto chegar e a memória estiver ocupada com outras coisas.
Existe muito recurso pra aliviar a dor e ajudar o parto a fluir, e a diferença está em saber qual usar em cada momento.
Na oficina você conhece cada um e entende quando faz sentido lançar mão dele:
Não é decorar uma lista. É entender a lógica de cada recurso e o momento certo de cada um, pra você chegar no parto sabendo o que pedir, com informação e não com medo.
Uma série de procedimentos que por muito tempo foram tratados como normais no parto foi revisada pelas Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal, do Ministério da Saúde, baseadas em evidência.
Alguns deixaram de ser rotina.
Passou a ser contraindicada pelas diretrizes nacionais.1 Você aprende a reconhecer o que é, pra saber identificar na hora.
Está entre os procedimentos revisados. Na oficina, a gente separa o que continua indicado do que virou exceção.
Outro item que entrou na revisão das diretrizes. Reconhecer é o primeiro passo pra conversar com a sua equipe.
A posição em que você pare também faz parte dessa conversa. Você entende as opções antes do dia.
Na oficina, a gente separa com clareza o que continua indicado, o que virou exceção e o que não deveria mais acontecer, pra que você reconheça na hora e saiba conversar com a sua equipe. Reconhecer é também o que separa um procedimento necessário de uma violência obstétrica.
Não é pra você virar médica no dia do parto. É pra que nada aconteça no automático, sem você entender o quê e o porquê.
1. Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal — Ministério da Saúde.
A diferença entre passar pelo parto e participar do parto é uma só: saber o que está acontecendo.
Nos primeiros minutos de vida do bebê, algumas coisas acontecem em sequência — o momento de clampear o cordão, o contato pele a pele, a primeira avaliação — e a evidência mudou o que se recomenda em várias delas.
São decisões rápidas, que passam voando se você não souber antes o que observar.
E tem a pergunta que gera mais medo e mais desinformação: quando a cesárea é realmente indicada?
Existe hora em que ela é a escolha certa e segura, e existe hora em que ela entra sem necessidade.
Saber diferenciar as duas, com critério e sem susto, tira de você o medo dos dois extremos: nem recusar o que é preciso, nem aceitar o que não é.
Tudo isso a gente vê junto na oficina, com calma e com base em evidência, enquanto ainda dá tempo de você chegar preparada.
Reservar minha oficina Um casal por vez · presencial em BH ou online
Esse é um dos momentos mais bonitos da oficina, e um dos mais raros de encontrar.
A gente treina, na prática, as posições de trabalho de parto com o apoio do acompanhante:
Muito acompanhante chega no parto se sentindo inútil, sem saber onde se encaixar. Aqui ele sai com o corpo sabendo o que fazer.
Ele deixa de ser espectador e vira a sua dupla, a pessoa que sabe exatamente como te aliviar quando a contração aperta.
A gente encerra com um relaxamento guiado, onde você imagina o parto de um jeito leve e lúdico.
Depois de percorrer todo o caminho e entender cada etapa, você fecha os olhos e visualiza. É o momento em que a informação vira calma, e o corpo começa a confiar no que a cabeça já entendeu.
A oficina é feita a partir das 36 semanas de gestação, quando o parto já está no horizonte e tudo o que você aprende está fresco pra quando chegar a hora.
É perto o suficiente pra ser prático, e com margem pra você não estar em cima da hora.
Fisioterapeuta pélvica e sexóloga clínica há mais de 15 anos, com residência em Saúde da Mulher pela UNICAMP e formação como doula.
Mais de 4.000 mulheres atendidas, em Belo Horizonte e em mais de 20 países, muitas delas acompanhadas na gestação, no parto e na recuperação no pós-parto.
Fundadora da Clínica Meg Martins, no Barro Preto, onde também atende em obstetrícia e fisioterapia pélvica. Conheça a trajetória da Meg.
“Conduzir uma mulher pro parto com informação, e não com medo, é uma das coisas que mais me move. Porque o corpo sabe nascer. Ele só precisa que a cabeça pare de ter medo do caminho.”
Meg Martins
É um curso de preparação para o parto individual, para a gestante e um acompanhante, conduzido por Meg Martins, fisioterapeuta pélvica e doula. Um jogo de cartas percorre toda a jornada do parto, e em cada etapa vocês entendem o que está acontecendo, quais recursos existem e quando usar cada um. Presencial em Belo Horizonte ou online.
Individual, um casal por vez. Não é auditório e não é turma: o conteúdo acompanha o ritmo de vocês, e toda dúvida que aparecer entra na hora em que aparecer.
A partir de 36 semanas de gestação. É perto o suficiente do parto pra que tudo esteja fresco quando chegar a hora, e com margem pra você não fazer em cima da hora.
Precisa, e é uma das partes mais importantes. A oficina treina na prática as posições de trabalho de parto com o apoio dele: onde colocar as mãos, como fazer a massagem que alivia, como sustentar o seu corpo pra doer menos. Ele sai sabendo o que fazer, em vez de assistir sem saber onde se encaixar.
Serve. A oficina trata de quando a cesárea é realmente indicada e de quando ela entra sem necessidade, e boa parte do conteúdo — os primeiros minutos do bebê, as decisões da equipe, o que as diretrizes já revisaram — vale independentemente da via de parto.
Pode. O formato online atende de qualquer lugar do Brasil e do exterior, com o mesmo conteúdo. O presencial acontece na Clínica Meg Martins, no Barro Preto, em Belo Horizonte.
O valor é passado no WhatsApp, junto com as datas disponíveis. Me chama, me conta pra quando é a sua estimativa e a gente encaixa a sua oficina.
Me chama no WhatsApp, me conta pra quando é a sua estimativa, e a gente marca a sua oficina. Presencial em Belo Horizonte ou online, só pra vocês dois.
Reservar minha oficina no WhatsAppEu sou a Meg Martins. E a gente desnormaliza.
A oficina presencial acontece na Clínica Meg Martins, no Barro Preto, em um espaço reservado só pra vocês dois.
Se você é de outra cidade ou prefere a comodidade, o formato online atende de qualquer lugar, com o mesmo conteúdo.