Palestras presencial ou online

Palestras sobre sexualidade e saúde da mulher

O que mais adoece não é falta de informação. É o silêncio.

Sintoma que ela aprendeu a chamar de normal. Dor que virou rotina. Anos convivendo com um corpo que ninguém ajudou a entender, porque ninguém nomeou o que estava acontecendo.

Meg Martins palestrando sobre saúde da mulher para plateia em auditório
Meg Martins
Para empresas e instituições

Sou Meg Martins, fisioterapeuta pélvica e sexóloga clínica há mais de 15 anos, e levo palestras sobre sexualidade, saúde íntima e saúde pélvica pra dentro da sua empresa ou instituição com uma coisa que quase ninguém faz: rigor clínico e a coragem de dizer o que precisa ser dito.

  • 15anos de consultório
  • +4.000mulheres atendidas

Onde eu já levei essa conversa

  • Fiocruz Minas
  • OAB Minas Gerais, 83ª Subseção Contagem
  • Shopping Cidade
  • Rotary
O ponto de partida

Uma palestra que começa por nomear, não por motivar

A frase que mais faz mal na saúde da mulher tem três disfarces:

  • “é normal”

  • “é psicológico”

  • “depois passa”

É com ela que a mulher deixa de investigar, deixa de tratar e organiza a vida inteira em volta de um sintoma que tinha nome, causa e tratamento.

Normal é o que acontece sem tratamento. Não é sinônimo de saudável.

Meg Martins de costas, palestrando sobre saúde da mulher e sexualidade para um auditório cheio em Belo Horizonte

Minha palestra sobre sexualidade e saúde íntima faz o contrário disso.

Ela pega aquilo que a mulher achava que era defeito ou fraqueza dela,

  • dor na relação sexual
  • perda de urina
  • ressecamento
  • perda de desejo

e mostra o que de fato é: um fenômeno clínico, com causa investigável e caminho de tratamento.

Não é palestra motivacional. É informação que muda como ela cuida do próprio corpo a partir do dia seguinte.

Disfunção sexual feminina não tem uma causa única.

Tem uma fórmula multifatorial, diferente para cada mulher: o DSM-5-TR reconhece cinco dimensões que precisam ser investigadas:

  1. Parceiro
  2. Relacionamento
  3. Vulnerabilidade individual
  4. Fatores culturais e religiosos
  5. Fatores médicos

É esse raciocínio clínico que eu levo para a plateia, traduzido.

faixa plateia atenta silencio palestra sexualidade saude da mulher

O silêncio não protege ninguém. E quase tudo no corpo tem caminho, quando alguém finalmente nomeia.

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Sobre o que eu falo

Nove temas de palestra em saúde íntima, pélvica e sexualidade

Provavelmente você reconhece algum destes na sua equipe. É esse o ponto.

Arraste para ver os três temas

O corpo que ninguém ensinou a olhar

Placa de banheiro na parede, parte da rotina de quem convive com incontinência urinária
01

Incontinência urinária

Ela mapeia o banheiro antes de sentar, evita rir alto, pensa duas vezes antes de beber água numa reunião.

Aprendeu que perder urina ao tossir, rir ou correr é normal depois de filho, ou coisa da idade.

Não é: é incontinência urinária de esforço, tem causa no assoalho pélvico e tem tratamento sem cirurgia.

Close das mãos de uma mulher apoiadas sobre a região pélvica
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Saúde pélvica

Peso, desconforto, a sensação de que algo mudou ali embaixo e ela não sabe nomear nem com quem falar.

O assoalho pélvico sustenta bexiga, útero e intestino, e quase ninguém ensinou nada sobre ele.

Sintoma comum não é a mesma coisa que sintoma normal — e a fisioterapia pélvica é a primeira linha de tratamento para a maior parte dessas disfunções.

Mulher sentada na cama com a mão na lombar, convivendo com dor crônica
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Dor crônica

A dor que virou rotina, e a mulher aprendeu a conviver.

Dor pélvica crônica, dor lombar, dispareunia — a dor na relação sexual —, dores que se arrastam há anos sem ninguém investigar direito.

O corpo está tentando dizer algo, e aguentar não é a única saída.

A vida sexual, com rigor e sem tabu

Mulher com o dedo sobre os lábios, representando o silêncio sobre a saúde íntima
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Saúde íntima e crenças

As dúvidas que ela nunca perguntou a ninguém e as crenças que a fizeram achar que desconforto é assim mesmo.

É a educação sexual que a maioria das mulheres adultas nunca recebeu. Aqui a gente separa o que é sinal do corpo pedindo atenção do que é silêncio herdado da cultura, da família e da religião.

E fatores culturais e religiosos são, no DSM-5-TR, uma dimensão clínica reconhecida, não detalhe de contexto.

Mulher de olhos fechados, tranquila, em um momento de autoconhecimento
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Sexualidade para mulheres

Prazer, dor, desejo e o que muda no corpo em cada fase do ciclo de vida.

Uma palestra de sexualidade direta sobre o que é dela e ninguém contou:

  • excitação
  • orgasmo
  • dor na penetração
  • queda de desejo depois do parto ou na menopausa

E o que a gente aprendeu errado sobre tudo isso.

Casal conversando e tomando café junto à janela
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Sexualidade para casais

O que acontece com a intimidade quando a vida acelera, e como recuperar a conversa que sustenta a relação.

É a palestra sobre sexualidade no casamento que funciona em público misto: sem constrangimento, sem receita pronta e sem conteúdo erotizado.

Frequente em igrejas, clubes, lojas maçônicas e grupos de casais.

As grandes transformações do corpo

Mulher grávida segurando a barriga, se preparando para o parto
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Gestação e preparo para o parto

O corpo se transforma inteiro na gravidez, e ninguém conta metade antes de acontecer.

  • Preparo perineal
  • plano de parto
  • o que esperar do período expulsivo
  • como reconhecer quando um procedimento vira violência obstétrica

Informação pra chegar no parto com menos medo e mais decisão.

Mãe no pós-parto segurando o bebê recém-nascido no colo
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Pós-parto

A fase em que a mulher some pra cuidar de todo mundo, menos dela.

  • Diástase abdominal
  • cicatriz de cesárea ou de períneo
  • perda de urina
  • dor na relação
  • queda de desejo

O que o corpo viveu, o que precisa de atenção agora e onde buscar apoio antes de virar rotina de dor.

Mulher madura pensativa, com a mão no rosto, vivendo a menopausa
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Menopausa

Ondas de calor no meio de uma reunião, sono que não vem, dor na relação, perda de urina, a sensação de estar sumindo dentro do próprio corpo.

Boa parte disso tem nome: síndrome geniturinária da menopausa. Ela ouve que é só esperar passar.

Não é o fim de nada — é uma fase do climatério que pede acompanhamento, e tem muito a fazer.

Por que isso chega ao trabalho

Saúde da mulher no trabalho não é tema de nicho. É metade da sua equipe.

Mulher com dor, com sintoma ignorado ou vivendo um pós-parto sem apoio não deixa isso na portaria.

  1. Isso vira falta,
  2. vira queda de rendimento,
  3. vira gente que se afasta calada.

O corpo que ela aprendeu a não escutar entra junto com ela todo dia.

Mulher no trabalho, diante do computador, com expressão de cansaço e desconforto

Três recortes falam direto com o resultado da sua organização:

Dor crônica

Segundo a Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, cerca de 4 em cada 10 brasileiros convivem com dor que persiste por mais de três meses, e é mais comum entre as mulheres. O Ministério da Saúde associa a dor crônica à queda de produtividade e ao afastamento do trabalho.

Incontinência urinária

Faz mulher em plena idade produtiva organizar o dia inteiro em volta do banheiro, evitar reunião longa, evitar viagem e evitar situações no trabalho. Sem contar pra ninguém.

Menopausa

Chega junto com o auge da carreira e traz sintomas que atrapalham sono, concentração e presença. Quase sempre tratados como algo que é só esperar passar.

São assuntos que custam presença e quase nunca entram numa pauta de saúde corporativa, numa SIPAT ou num programa de qualidade de vida.

Não é a palestra que todo mundo esquece na saída. É a que gera conversa no corredor e gente procurando ajuda que adiava há anos.

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Palestrante conversando com a plateia durante uma palestra sobre saúde da mulher
Como conduzo um tema sensível

Como conduzo uma palestra sobre sexualidade sem constranger a plateia

A preocupação de quem contrata costuma ser a mesma: será que alguém vai se sentir exposto?

É uma preocupação certa, e eu levo isso a sério.

  • Ninguém é obrigado a expor nada
  • Não há dinâmica de exposição
  • Não há linguagem erotizada

O que eu trago é informação clínica, não confissão pública.

São 15 anos falando desse assunto em públicos muito diferentes:

  • auditório cheio
  • roda de vinte pessoas
  • empresa privada
  • instituição de pesquisa
  • igreja
  • clube

Cada plateia pede um tom, e saber calibrar esse tom sem perder a firmeza clínica é parte do trabalho.

Eu não suavizo a verdade pra não incomodar. Mas conduzo de um jeito que a pessoa sai com mais informação e menos vergonha, não o contrário.

Formatos

Formatos de palestra: presencial ou online para qualquer lugar

Mãos segurando o laço rosa, símbolo da campanha Outubro Rosa
Público amplo

Ações institucionais, SIPAT e Outubro Rosa

Outubro Rosa, SIPAT, semanas internas de saúde e datas ligadas à saúde da mulher.

Conteúdo clínico de verdade no lugar de só pintar o mês de rosa.

Presencial ou online, pra público amplo.

Grupo de mulheres conversando ao redor de uma mesa, em uma roda de conversa
Grupos menores

Rodas de conversa

Formato mais íntimo, pra grupos menores, onde as perguntas aparecem com mais liberdade.

Funciona bem em coletivos de mulheres, escritórios e grupos de gestação e pós-parto.

Casal sorrindo junto no sofá, à vontade para conversar sobre intimidade
Público misto

Encontros pra casais

Público misto, quando o tema é relação e intimidade.

É o formato de palestra sobre sexualidade no casamento, comum em igrejas, clubes e grupos de comunidade.

Profissionais de saúde revisando informações em um tablet
Profissionais de saúde

Formação pra profissionais de saúde

Pra equipes de saúde, fisioterapeutas, médicas e psicólogas, com a profundidade que a área exige.

Mesmo conteúdo que ensino no Grupo de Estudos Ibero-Americano de Sexologia.

  • Presencial ou online pra qualquer lugar do Brasil e do exterior.
  • Duração típica de 2 horas, ajustável conforme a ocasião.
Chamar no WhatsApp
Como funciona

Como contratar a palestra: do primeiro contato ao dia do evento

Orçamento sob medida, conforme formato, público e deslocamento. Chama que eu passo os detalhes.

Chamar no WhatsApp
  1. Passo 1

    A gente conversa.

    Você me conta sobre o público, a ocasião e o que a organização espera do encontro.

    A partir daí eu indico o formato e o tema que mais fazem sentido.

  2. Passo 2

    Ajusto ao seu público.

    O conteúdo é adaptado antes.

    O que funciona pra um time corporativo é diferente do que funciona pra uma instituição de saúde ou um evento comunitário.

  3. Passo 3

    No dia.

    A palestra costuma durar 2 horas, e isso se ajusta conforme a sua necessidade. Presencial em Belo Horizonte ou online pra qualquer lugar.

    Quando é em auditório, do lado de vocês só o básico:

    • projetor
    • microfone

    O resto a gente alinha conforme o formato.

  4. Passo 4

    Divulgação.

    Em geral a empresa pede uma foto e o título, e cuida da divulgação interna.

    Eu publico no Instagram e no TikTok conforme a necessidade de cada organização, sempre alinhado com você antes.

Onde eu já levei essa conversa

Onde minhas palestras sobre sexualidade e saúde da mulher já aconteceram

Esse assunto já entrou em lugares que raramente se abrem pra ele:

Plateia atenta durante palestra sobre saúde da mulher em uma sala iluminada
  • Na Fiocruz Minas (Instituto René Rachou), em Belo Horizonte, uma das maiores referências em saúde e pesquisa do Brasil.

  • Na OAB de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

  • No Shopping Cidade, no centro de Belo Horizonte, para o grande público.

  • Em grupos de mulheres na gestação e no pós-parto, dentro de clínicas de saúde.

  • Em clubes e espaços de comunidade, como Rotary, lojas maçônicas e igrejas, onde o tema costuma ser ainda mais silenciado.

Meg Martins, fisioterapeuta pélvica e sexóloga clínica em Belo Horizonte
Crefito-4144136-F
Quem leva

Meg Martins, fisioterapeuta pélvica e sexóloga clínica

  • Mais de 15 anos de consultório e mais de 4.000 mulheres atendidas, em Belo Horizonte e em mais de 20 países.
  • Residência em Saúde da Mulher pela UNICAMP e doula.
  • Uma das responsáveis pelas aulas do Grupo de Estudos Ibero-Americano de Sexologia, onde ensino os temas que cruzam fisioterapia pélvica e sexologia clínica pra profissionais de saúde.
  • Fundadora da Clínica Meg Martins, no Barro Preto, em Belo Horizonte. Crefito-4 144136-F.

Falo de sexualidade com rigor científico e história vivida, sem transformar uma coisa na maquiagem da outra. A ciência é a fundação.

E o que me move é simples: o corpo da mulher nunca foi o problema. O problema foi a falta de perguntas.

Meg Martins
Perguntas frequentes

Dúvidas de quem contrata uma palestra sobre sexualidade e saúde da mulher

Chamar no WhatsApp

Quais são os temas das palestras sobre sexualidade e saúde da mulher?

São nove temas, em três frentes.

  • Corpo e sintoma: incontinência urinária, saúde pélvica e dor crônica.
  • Vida sexual: saúde íntima e crenças, sexualidade para mulheres e sexualidade para casais.
  • Transformações do corpo: gestação e preparo para o parto, pós-parto e menopausa.

O tema final é escolhido junto com a organização, conforme o público e a ocasião.

A palestra sobre sexualidade pode ser online?

Pode. O formato online atende organizações de qualquer lugar do Brasil e do exterior, com o mesmo conteúdo e o mesmo tempo de fala.

O presencial acontece em Belo Horizonte e região metropolitana, e em outras cidades conforme deslocamento combinado.

Quanto tempo dura a palestra?

A duração típica é de 2 horas, ajustável conforme a ocasião. Formatos mais curtos funcionam bem em SIPAT e semanas internas de saúde. Rodas de conversa costumam pedir mais tempo, porque as perguntas aparecem no meio.

A palestra serve para uma ação de Outubro Rosa ou para a SIPAT?

Serve, e é um dos formatos mais procurados. A proposta é entregar conteúdo clínico em vez de só marcar a data, com o tema escolhido conforme o perfil da equipe. Vale o mesmo para semanas internas de saúde e para programas de qualidade de vida.

Existe palestra sobre sexualidade no casamento, para público misto?

Existe: é o formato para casais. Trata do que acontece com a intimidade quando a vida acelera e de como recuperar a conversa que sustenta a relação, sem linguagem erotizada. É frequente em igrejas, clubes, lojas maçônicas e grupos de casais.

Alguém pode se sentir constrangido durante a palestra?

Ninguém é obrigado a expor nada. Não há dinâmica de exposição nem relato pessoal solicitado: o que a palestra entrega é informação clínica.

São 15 anos conduzindo esse assunto em plateias muito diferentes, e calibrar o tom sem perder a firmeza clínica é parte do trabalho.

Qual é o tamanho de público ideal?

Funciona dos dois lados. Auditório cheio, para ações institucionais e datas de saúde da mulher, e roda de conversa com grupo pequeno, quando o objetivo é abrir espaço para perguntas. O formato é definido pelo objetivo do encontro, não pelo número de pessoas.

Vocês atendem fora de Belo Horizonte?

Sim. Presencial em Belo Horizonte e região metropolitana, e em outras cidades conforme deslocamento combinado. Fora disso, o formato online resolve sem perda de conteúdo.

Quanto custa uma palestra sobre sexualidade e saúde da mulher?

O orçamento é sob medida, conforme formato, tamanho do público e deslocamento. O caminho é uma conversa rápida sobre a ocasião e o público, e a partir daí eu passo os detalhes.

Quem é a palestrante?

Meg Martins, fisioterapeuta pélvica e sexóloga clínica em Belo Horizonte, com mais de 15 anos de consultório e mais de 4.000 mulheres atendidas.

Residência em Saúde da Mulher pela UNICAMP, doula e uma das responsáveis pelas aulas do Grupo de Estudos Ibero-Americano de Sexologia. Crefito-4 144136-F.

palestrante no palco palestra sexualidade saude da mulher
Palestras presencial ou online

Quer levar essa palestra sobre sexualidade e saúde da mulher pra sua empresa ou instituição?

Me conta sobre o público e a ocasião, e a gente monta algo sob medida para seu evento.

  • Presencial em Belo Horizonte
  • Online pra qualquer lugar
  • Orçamento sob medida

Eu sou a Meg Martins. E a gente desnormaliza.

Palestras sobre sexualidadePresencial ou online

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